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17 de junho de 2013

Guia do Portugal Contemporâneo - Turismo de Portugal

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O Turismo de Portugal disponibilizou recentemente o Guia do Portugal Contemporâneo, onde se destacam 4 áreas relacionadas com a modernidade e a inovação em Portugal – Arquitetura, Arte Contemporânea, Design e Eventos.

No Guia on line está disponível uma seleção criteriosa e fundamentada, com mais de 160 recursos e eventos, distribuídos por todo o país e suscetíveis de fruição turística. Este Guia pretende apresentar novas propostas de (re)descoberta de Portugal que facilitem a formatação de programas, conteúdos e serviços turísticos capazes de captar novos e mais públicos. Para esse efeito, o site facilita pesquisas quer territoriais, quer temáticas.

O desenvolvimento do projeto é fruto de parcerias estabelecidas com a Ordem dos Arquitetos, a Secção Portuguesa da Associação Internacional dos Críticos de Arte, o MUDE, Museu do Design e da Moda e as sete agências regionais de promoção turística. 

Na temática da Arquitetura, a Ordem dos Arquitetos convidou Pedro Campos Costa que elegeu 40 locais de diversas tipologias que demonstram a vitalidade da arquitetura portuguesa que pode ser encontrar em todo o território de Portugal Continental e ilhas – espaços públicos e privados, de diferentes usos mas passíveis de intensas vivências.

Na Arte Contemporânea, a Secção Portuguesa da Associação Internacional dos Críticos de Arte incumbiu Rui Mário Gonçalves de selecionar alguns dos principais espaços (33 museus, galerias, centros de arte) que proporcionam a descoberta da arte portuguesa com a sua individualidade, cosmopolitismo e subtileza.

A seleção para a temática do Design é assegurada por Bárbara Coutinho, diretora do MUDE, Museu do Design e da Moda, colocando o seu enfoque nos interiores de 43 espaços de várias tipologias (lojas, cafés, museus, etc) que, agora e sempre, são símbolos de contemporaneidade e fruição única. 

Quanto aos Eventos, são destacados 33 que, de forma regular, trazem às regiões as novas tendências nacionais e internacionais no Cinema, Dança, Fotografia, Música, Teatro e nas várias Artes em Cruzamento. Um calendário de eventos, não exaustivo, que se revela um complemento da visita turística, fruto de um significativo investimento numa programação turístico-cultural diversificada e apelativa.

O Guia Portugal Contemporâneo encontra-se disponível em http://guiastecnicos.turismodeportugal.pt/, prevendo-se para breve a disponibilização da versão em inglês.

29 de maio de 2013

Fernando Pessoa Adaptado ao Teatro em Yokohama e Sendai




O grupo de teatro Juryoku /Note vai adaptar a obra “Livro do Desassossego” de Fernando Pessoa ao teatro, com o título “Lisboa @ Pessoa”, sendo a obra apresentada em Junho nas cidades de Yokohama e Sendai.

13 – 16 de Junho BankART Studio NYK Hall
(3-9 Kaigandori, Naka-ku Yokohama)

20 e 21 de Junho Sendai Engeki Kobo 10-Box
(2-12-9 Oroshimachi, Wakabayashi-ku Sendai)

Mais informações (em japonês): http://www.jyuuryoku-note.com/

フェルナンド・ペソア 『新編 不穏の書、断章』を戯曲化

劇団「重力/Note」がフェルナンド・ペソア『新編 不穏の書、断章』(訳:澤田直)を戯曲化、『リスボン@ペソア』と題して発表します。横浜と仙台で公演され、横浜公演ではゲストとのトークもあります。

詳細は「重力/Note」ホームページをご覧ください。

http://www.jyuuryoku-note.com/

11 de janeiro de 2013

Exposição "MU - Rui Chafes+Pedro Costa" Este Domingo na NHK

No próximo domingo, dia 13 de janeiro, entre as 09:45 – 10:00 e as 20:45 – 21:00, será apresentada na NHK (E-Tele), programa “Nichiyo Bijutsukan” (Museu ao domingo), uma reportagem sobre a exposição dos artistas portugueses, “MU – Pedro Costa & Rui Chafes”, presente no Museu Hara, em Tóquio.

MU【無】-ペドロ コスタ&ルイ シャフェス展がNHKの日曜美術館で紹介

現在、東京・品川の原美術館で開催中の「MU【無】-ペドロ コスタ&ルイ シャフェス展」が1月13日(日)のNHK(Eテレ)「日曜美術館」の「アートシーン」というコーナーで紹介されます。放映時間は09:45~10:00と20:45~21:00です。


4 de junho de 2012

Nubian Monuments from Abu Simbel to Philae (Egypt)

A lista do património nacional classificado na Lista de Património Mundial da UNESCO pode ser consultada e estudada aqui.

21 de março de 2012


Foi lançado a semana passada o "Portugal Economy PROBE". Trata-se de uma plataforma que reúne toda a informação relevante sobre a economia e as finanças de Portugal para promover e apoiar o investimento estrangeiro no nosso País. Visa promover a imagem internacional de Portugal, proporcionando um melhor conhecimento da economia portuguesa junto dos decisores económicos e políticos e, muito em particular, os investidores nos mercados de capitais. 

É uma iniciativa da sociedade civil sem qualquer intuito comercial, que nasce da preocupação manifestada por relevantes instituições nacionais - bancos e fundações - relativamente ao deficiente conhecimento técnico que existe no estrangeiro sobre Portugal e a sua economia e que é derivado, em grande parte, da dificuldade em se aceder a informação actualizada sobre a economia portuguesa, de uma forma abrangente, objectiva e rápida. 

O site procura dotar decisores económicos, políticos, jornalistas, líderes de opinião, académicos e público em geral, de relatórios económicos prioritários, assim como as estatísticas relevantes, factos económicos e políticos com origens nas fontes oficiais e internacionais. 

25 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho


2011-12-25


Nestes últimos 6 meses, desde que tomei posse, ouvi muita gente de todo o País. Muitas pessoas partilharam comigo as suas ansiedades por dívidas que não conseguiam pagar, frustrações por oportunidades que não aparecem, preocupações com o futuro dos seus filhos.

Muito do que eu ouvi reflecte bem os tempos difíceis que vivemos. Mas também ouvi muitas palavras de coragem, de tenacidade e de esperança. Escutei muitos testemunhos de nobreza perante a adversidade de gente que não desiste, nem se resigna.

Estou bem consciente dos problemas que tantos enfrentam, sobretudo o dos jovens que querem começar a realizar os seus sonhos e o daqueles mais velhos que, apesar do capital acumulado de saber e de experiência, se vêem afastados do mercado de trabalho. Uma sociedade que se preza não pode desperdiçar nem os seus jovens nem as pessoas que se encontram na fase mais avançada da sua vida activa.

Estou bem consciente das desigualdades e das injustiças de tantos aspectos da sociedade portuguesa. São muitas as pessoas com quem falo que me relatam experiências de vida que atentam contra os nossos sentimentos mais elementares de justiça. E eu compartilho com elas a noção de que as nossas estruturas e as nossas instituições, tanto políticas como económicas, nem sempre estão à altura do serviço que têm de prestar.

Por várias vezes tenho dito que 2012 será um ano determinante para nós, para todos os Portugueses. Será determinante porque temos muitos compromissos para honrar, muitos objectivos orçamentais e financeiros para cumprir, mas sobretudo porque temos muitas reformas estruturais para executar.

2012 será um ano de grandes mudanças e transformações. Transformações que incidirão com profundidade nas nossas estruturas económicas. São estas estruturas que muitas vezes não permitem aos Portugueses realizar todo o seu potencial, que reprimem as suas oportunidades, que protegem núcleos de privilégio injustificado, que preservam injustiças e iniquidades, que não recompensam o esforço, a criatividade, o trabalho e a dedicação. São estruturas que têm de ser mudadas.

Também já tive a ocasião de dizer que a orientação geral de todas essas reformas será a democratização da nossa economia. Queremos colocar as pessoas, as pessoas comuns com as suas actividades, com os seus projectos, com os seus sonhos, no centro da transformação do País. Queremos que o crescimento, a inovação social e a renovação da sociedade portuguesa venha de todas as pessoas, e não só de quem tem acesso privilegiado ao poder ou de quem teve a boa fortuna de nascer na protecção do conforto económico. 

Queremos que estas reformas nasçam de baixo para cima, queremos criar as condições para que todos os Portugueses, cada um dos Portugueses, nas suas escolhas, com o seu trabalho, com as suas capacidades, construa o seu próprio futuro e, em conjunto, o futuro de todos.

As reformas que o Governo vai executar foram pensadas para fazer dos homens e das mulheres de todo o País os participantes activos na transformação e na recuperação de Portugal.

O Natal é uma festa de paz, de tolerância, de dádiva, de partilha e de entreajuda. É uma festa em que nos é dada a compreender a importância de relações de amizade, de solidariedade e de confiança nas nossas vidas. Mas nem sempre consideramos devidamente que precisamos de restabelecer e fortalecer relações de confiança mais estáveis que vão além da nossa vida privada e familiar.

Na nossa vida colectiva a degradação dos laços de confiança ao longo dos anos teve graves consequências na qualidade da nossa democracia, no nosso desempenho económico e na nossa solidariedade comunitária. A confiança é um activo público, é um capital invisível, é um bem comum, determinante para o desenvolvimento social, para a coesão e para a equidade. São os laços de confiança que formam a rede que nos segura a todos numa mesma sociedade.

Ora, um dos objectivos prioritários do programa de reforma estrutural do Governo consiste precisamente na recuperação e no fortalecimento da confiança. Não só da confiança dos cidadãos nas instituições, mas também da confiança que temos uns nos outros, nas nossas relações profissionais, nas nossas relações sociais e nas nossas relações de cidadania.

Sem confiança, torna-se mais difícil agirmos em conjunto. Torna-se mais difícil trocarmos ideias ou experiências uns com os outros, ou fazer investimentos e projectos a longo prazo. Mas com mais confiança vem mais solidariedade, mais democracia, mais justiça e mais vitalidade social.

Para construir a sociedade de confiança que queremos temos de reformar a Justiça, temos de tornar muito mais transparentes a máquina administrativa e as decisões públicas, temos de abrir a concorrência, agilizar a regulação e acelerar a difusão de uma cultura de responsabilidade no Estado, na economia e na sociedade.

Aproveitemos, pois, esta quadra natalícia para recobrar o fôlego para as grandes tarefas que nos aguardam. Neste Natal temos razões para olhar de frente o futuro com esperança porque sabemos o que queremos. E porque sabemos que os portugueses têm sido corajosos e que o seu esforço vai valer a pena.

Um Bom Natal e um Feliz Ano Novo.